TREC. Muitas pessoas acreditam que sofrem apenas por causa do que aconteceu: uma crítica, uma perda, uma frustração, uma recaída, uma rejeição ou uma discussão familiar. No entanto, a Terapia Racional Emotiva Comportamental, conhecida como TREC, mostra que existe um elemento decisivo entre o acontecimento e a reação emocional: a forma como a pessoa interpreta aquilo que vive.
Isso não significa negar a dor real, minimizar traumas ou transformar sofrimento em frase motivacional. Pelo contrário, a TREC propõe uma leitura prática e responsável: os acontecimentos influenciam a vida emocional, mas as crenças que a pessoa constrói sobre esses acontecimentos podem intensificar ou aliviar o sofrimento.
Por isso, a TREC se tornou uma abordagem importante para compreender emoções disfuncionais, impulsividade, adicções, compulsões, recaídas, culpa destrutiva, vergonha e baixa tolerância à frustração. Ela ajuda o indivíduo a perceber que nem todo pensamento é um fato, nem toda emoção exige obediência imediata, e nem toda falha define o valor de uma pessoa.
O que é TREC?
A TREC é a sigla para Terapia Racional Emotiva Comportamental. Trata-se de uma abordagem psicoterapêutica criada por Albert Ellis, psicólogo norte-americano considerado um dos principais nomes da história das terapias cognitivas e comportamentais.
A proposta central da TREC é compreender como crenças, interpretações e exigências internas influenciam emoções e comportamentos. Em vez de trabalhar apenas com o acontecimento externo, a abordagem investiga o modo como a pessoa pensa sobre o que aconteceu.
Assim, a TREC não pergunta apenas: “O que aconteceu com você?”. Ela também pergunta: “O que você passou a acreditar sobre isso?”, “Que exigência interna apareceu?”, “Essa crença ajuda ou piora sua resposta emocional?” e “Existe uma forma mais funcional, realista e responsável de interpretar essa situação?”.
A origem da Terapia Racional Emotiva Comportamental
Albert Ellis desenvolveu a TREC a partir da década de 1950. Sua proposta nasceu como uma crítica às abordagens excessivamente passivas ou centradas apenas na explicação do passado, pois Ellis defendia uma intervenção mais ativa, educativa e prática.
Com o tempo, sua abordagem passou a ser reconhecida como uma das bases históricas das terapias cognitivas e comportamentais. Antes mesmo da popularização da TCC, Ellis já destacava o papel das crenças irracionais na formação do sofrimento emocional.
Na TREC, a pessoa não é vista como vítima absoluta dos acontecimentos, mas também não é tratada como culpada por sofrer. Essa diferença é essencial. A abordagem reconhece que a vida pode ser difícil, injusta e dolorosa. Porém, também mostra que a maneira como interpretamos a realidade pode ampliar o sofrimento ou abrir caminho para respostas mais saudáveis.
TREC não é pensamento positivo
Um erro comum é confundir a TREC com pensamento positivo. Isso empobrece completamente a abordagem.
A TREC não ensina a pessoa a repetir frases bonitas diante da dor. Ela também não afirma que basta “pensar diferente” para que tudo se resolva. A proposta é mais profunda: identificar crenças rígidas, absolutistas e autodestrutivas, questioná-las de maneira racional e construir crenças mais realistas, flexíveis e funcionais.
Por exemplo, diante de uma recaída, uma pessoa pode pensar:
“Eu recaí, então sou um fracasso.”
A TREC não substituiria essa crença por uma frase artificial como:
“Está tudo bem, sou maravilhoso e nada aconteceu.”
Isso seria raso e pouco terapêutico. Uma crença mais funcional poderia ser:
“Eu recaí, isso é sério e exige responsabilidade. No entanto, uma recaída não define meu valor como pessoa. Posso analisar o que aconteceu, buscar apoio e retomar meu plano de cuidado.”
Perceba a diferença: não há negação da realidade, mas também não há condenação global da pessoa.
Como a TREC entende o sofrimento emocional
A TREC considera que o sofrimento emocional não nasce apenas dos acontecimentos, mas também das crenças que a pessoa sustenta sobre eles. Essas crenças podem ser racionais ou irracionais.
Crenças racionais tendem a ser flexíveis, realistas e úteis. Elas permitem que a pessoa sinta emoções adequadas à situação, mesmo que sejam desconfortáveis.
Crenças irracionais, por outro lado, costumam ser rígidas, absolutistas e extremas. Elas transformam frustração em desespero, erro em autocondenação, desejo em necessidade absoluta e desconforto em algo aparentemente insuportável.
Emoções saudáveis e emoções disfuncionais
A TREC não ensina que o ideal é deixar de sentir tristeza, medo, frustração, arrependimento ou preocupação. Essas emoções fazem parte da vida humana.
O problema surge quando a emoção se torna desproporcional, paralisante ou destrutiva. Uma coisa é sentir arrependimento por um erro. Outra coisa é transformar esse erro em prova de que a pessoa “não presta”.
Uma coisa é sentir tristeza diante de uma perda. Outra coisa é acreditar que a vida nunca mais terá sentido.
Uma coisa é sentir desconforto diante da fissura. Outra coisa é acreditar: “Eu não suporto essa vontade, preciso ceder agora”.
A TREC ajuda a pessoa a diferenciar emoções humanas e proporcionais de emoções alimentadas por crenças irracionais.
Crenças irracionais: o centro da TREC
As crenças irracionais são interpretações rígidas e pouco funcionais que aumentam o sofrimento emocional e favorecem comportamentos desadaptativos.
Entre as crenças irracionais mais trabalhadas na TREC, destacam-se:
Exigências absolutistas
São pensamentos baseados em “tenho que”, “preciso”, “não posso”, “deveria” e “é obrigatório que”.
Exemplos:
“Eu tenho que ser aprovado por todos.”
“As pessoas precisam me tratar sempre com respeito.”
“Minha vida não pode ter frustrações.”
“Eu não posso falhar.”
“Eu preciso me sentir bem agora.”
O problema não está em desejar respeito, aprovação, estabilidade ou bem-estar. O problema aparece quando o desejo vira uma exigência absoluta. Quando isso acontece, qualquer frustração passa a ser vivida como intolerável.
Catastrofização
A catastrofização ocorre quando a pessoa transforma uma situação difícil em uma tragédia absoluta.
Exemplos:
“Isso é horrível demais.”
“Minha vida acabou.”
“Nunca vou me recuperar.”
“Se eu tiver fissura, vou recair.”
“Se alguém descobrir, será o fim.”
Na prática, a catastrofização aumenta a ansiedade, o medo, a vergonha e a sensação de descontrole.
Baixa tolerância à frustração
A baixa tolerância à frustração é uma das ideias mais importantes da TREC, especialmente no contexto das adicções e compulsões.
Ela aparece em pensamentos como:
“Eu não aguento.”
“Eu não suporto sentir isso.”
“Preciso aliviar agora.”
“Não consigo esperar.”
“Essa vontade é maior do que eu.”
Quando a pessoa acredita que não suporta desconforto, dor emocional, ansiedade ou fissura, ela tende a buscar alívio imediato. Esse alívio pode aparecer por meio do uso de substâncias, compulsões alimentares, compras impulsivas, jogos, pornografia, explosões de raiva ou outros comportamentos repetitivos.
Desvalorização global de si mesmo
Essa crença ocorre quando a pessoa transforma um erro, uma recaída ou uma dificuldade em uma sentença sobre seu valor pessoal.
Exemplos:
“Eu falhei, então sou um fracasso.”
“Recaí, então não presto.”
“Eu errei de novo, então sou um caso perdido.”
“Se eu tenho esse problema, não tenho valor.”
A TREC combate essa lógica porque ela confunde comportamento com identidade. Uma pessoa pode ter comportamentos inadequados, escolhas ruins ou recaídas graves, mas isso não autoriza concluir que ela não tem valor como ser humano.
O modelo ABC da TREC

O modelo ABC é uma das ferramentas mais conhecidas da Terapia Racional Emotiva Comportamental. Ele ajuda a organizar a relação entre acontecimento, crença e consequência emocional ou comportamental.
A — Evento ativador
O evento ativador é aquilo que acontece. Pode ser uma situação externa ou interna.
Exemplos:
Uma crítica.
Uma discussão familiar.
Uma lembrança dolorosa.
Uma sensação de solidão.
Uma fissura intensa.
Uma frustração no trabalho.
Uma recaída.
Um pensamento invasivo.
Uma cobrança recebida.
O evento ativador influencia a pessoa, mas não explica sozinho toda a reação emocional.
B — Crença ou interpretação
A crença é a interpretação que a pessoa faz sobre o evento. É nesse ponto que a TREC concentra grande parte do trabalho terapêutico.
Exemplos:
“Eu não deveria passar por isso.”
“Eu não suporto essa sensação.”
“Se me criticaram, significa que não tenho valor.”
“Se recaí, perdi todo o progresso.”
“Eu preciso usar alguma coisa para aliviar.”
“Não posso sentir ansiedade.”
Essa etapa é decisiva porque a mesma situação pode gerar respostas diferentes em pessoas diferentes, dependendo das crenças envolvidas.
C — Consequência emocional e comportamental
A consequência é aquilo que a pessoa sente e faz depois do evento e da crença.
Exemplos:
Ansiedade intensa.
Raiva explosiva.
Culpa destrutiva.
Vergonha paralisante.
Isolamento.
Recaída.
Compulsão.
Agressividade.
Desistência do tratamento.
Busca imediata por alívio.
A TREC ensina que, para mudar consequências emocionais e comportamentais, é necessário trabalhar as crenças que sustentam essas reações.
Exemplo prático do modelo ABC nas adicções
Imagine uma pessoa em recuperação da dependência química que teve uma discussão familiar.
A — Evento ativador
Discussão com um familiar.
B — Crença irracional
“Eu não suporto ser tratado assim. Minha família nunca vai mudar. Preciso usar para parar de sentir isso.”
C — Consequência
Raiva intensa, fissura, isolamento e risco de recaída.
Agora veja uma reconstrução mais funcional:
Nova crença racional
“Essa discussão foi dolorosa e eu não gostei do modo como fui tratado. No entanto, posso suportar esse desconforto sem usar substâncias. Preciso me afastar, respirar, procurar apoio e proteger minha recuperação.”
A situação continua difícil. Porém, a nova crença reduz a urgência destrutiva e amplia a possibilidade de escolha.
Como funciona o debate racional na TREC
O debate racional é o processo de questionar crenças irracionais. Ele não tem como objetivo humilhar, acusar ou discutir por discutir. Seu propósito é ajudar a pessoa a perceber se determinada crença é lógica, realista e útil.
Algumas perguntas usadas no debate racional incluem:
“Essa crença é um fato ou uma interpretação?”
“Existe alguma evidência absoluta de que eu não suporto isso?”
“Essa forma de pensar me ajuda ou me empurra para o problema?”
“Onde está escrito que a vida precisa acontecer exatamente como eu desejo?”
“Eu estou avaliando um comportamento ou condenando a pessoa inteira?”
“Essa crença aumenta minha responsabilidade ou aumenta minha autodestruição?”
“Que pensamento seria mais realista, firme e funcional?”
O debate racional exige treino. Muitas crenças irracionais são antigas, automáticas e emocionalmente carregadas. Por isso, não basta entendê-las uma vez. É necessário praticar a identificação, o questionamento e a substituição por crenças mais funcionais.
Construção de crenças mais funcionais
A TREC não busca apenas retirar uma crença irracional. Ela também trabalha a construção de uma nova filosofia de vida, mais flexível, realista e responsável.
Veja alguns exemplos de como uma crença irracional pode ser reformulada em uma crença mais funcional:
Quando a necessidade de aprovação domina o pensamento
Crença irracional:
“Eu preciso ser aprovado por todos.”
Formulação mais funcional:
“Eu prefiro ser aprovado, mas posso viver sem a aprovação de todos.”
Diante da fissura ou do desconforto emocional
Crença irracional:
“Eu não suporto sentir fissura.”
Formulação mais funcional:
“A fissura é desconfortável, mas passa. Eu posso atravessar esse momento com apoio e estratégia.”
Após uma recaída ou falha no processo
Crença irracional:
“Se eu recaí, sou um fracasso.”
Formulação mais funcional:
“Minha recaída exige análise e responsabilidade, mas não define meu valor como pessoa.”
Nas relações interpessoais e familiares
Crença irracional:
“As pessoas têm que agir como eu espero.”
Formulação mais funcional:
“Eu gostaria que agissem melhor, mas não controlo os outros. Posso controlar minha resposta.”
Esse tipo de mudança não é apenas cognitiva. Ela alcança emoção, comportamento e tomada de decisão.
TREC nas adicções e compulsões

A TREC pode ser especialmente útil no estudo das adicções e compulsões porque muitas recaídas são precedidas por crenças irracionais.
Antes do comportamento adictivo ou compulsivo, frequentemente aparecem pensamentos como:
“Só hoje não tem problema.”
“Eu mereço esse alívio.”
“Eu não aguento mais.”
“Já que falhei, tanto faz.”
“Ninguém me entende.”
“Eu preciso disso para funcionar.”
“Minha vontade é mais forte do que eu.”
Essas crenças funcionam como permissões internas. Elas diminuem a resistência, justificam o comportamento e aumentam a chance de recaída.
A TREC ajuda a pessoa a reconhecer essas permissões mentais antes que elas se transformem em ação. Portanto, ela pode contribuir para prevenção de recaídas, manejo da fissura, fortalecimento da responsabilidade e reconstrução de crenças mais saudáveis.
Responsabilidade terapêutica não é culpa destrutiva
Um ponto essencial da TREC é diferenciar responsabilidade de culpa destrutiva.
Responsabilidade terapêutica significa reconhecer escolhas, consequências, riscos e possibilidades de mudança. Ela fortalece a ação.
Culpa destrutiva, por outro lado, condena a pessoa globalmente. Ela enfraquece, paralisa e aumenta a vergonha.
Por exemplo:
Responsabilidade terapêutica:
“Eu recaí. Preciso entender os fatores de risco, buscar apoio e retomar meu plano.”
Culpa destrutiva:
“Eu recaí. Sou um lixo. Não tenho jeito.”
A primeira postura pode conduzir à reparação e ao aprendizado. A segunda pode alimentar isolamento, autossabotagem e novas recaídas.
Por isso, no contexto das adicções e compulsões, a TREC não trabalha com permissividade, mas também não trabalha com condenação moral. Ela busca firmeza com humanidade.
Aceitação incondicional não é permissividade
Outro conceito importante da TREC é a aceitação incondicional. Esse conceito costuma ser mal interpretado, por isso precisa ser explicado com cuidado.
Aceitar incondicionalmente a pessoa não significa aprovar todos os seus comportamentos. Também não significa retirar consequências, ignorar limites ou justificar agressões, recaídas e atitudes irresponsáveis.
A aceitação incondicional afirma que o valor humano da pessoa não deve ser reduzido a um erro, diagnóstico, recaída, comportamento ou fase da vida.
Em outras palavras:
A pessoa tem valor, mesmo quando precisa mudar.
O comportamento pode ser confrontado, sem destruir a dignidade da pessoa.
A responsabilidade pode ser cobrada, sem humilhação.
O limite pode ser firme, sem desumanização.
Essa diferença é fundamental em comunidades terapêuticas, grupos de apoio, atendimentos individuais, orientação familiar e contextos de cuidado emocional.
Aplicações práticas da TREC no contexto terapêutico
A TREC pode ser aplicada em diferentes contextos de cuidado, desde que respeitados os limites éticos de cada profissional e da instituição.
Em atendimentos individuais
O terapeuta pode ajudar o cliente a identificar eventos ativadores, crenças irracionais e consequências emocionais. Em seguida, pode conduzir o debate racional e construir crenças alternativas.
Em grupos terapêuticos
A TREC pode ser usada em atividades psicoeducativas, estudos dirigidos, exercícios escritos e discussões orientadas. No entanto, o facilitador deve evitar exposição constrangedora, julgamentos públicos e confrontos humilhantes.
Em comunidades terapêuticas
A abordagem pode auxiliar conselheiros, monitores e facilitadores a compreenderem melhor a relação entre crenças, emoções, fissura, impulsividade e recaídas. Além disso, pode contribuir para uma linguagem mais responsável, evitando moralização excessiva do sofrimento.
Na orientação familiar
Familiares também sustentam crenças irracionais. Eles podem pensar:
“Ele tinha que mudar imediatamente.”
“Se recaiu, fez isso para nos ferir.”
“Nossa família nunca terá paz.”
“Eu preciso controlar tudo para evitar outra recaída.”
A TREC pode ajudar a família a desenvolver limites mais saudáveis, comunicação mais clara e expectativas mais realistas.
Cuidados éticos e limites da TREC
A TREC é uma abordagem valiosa, mas não deve ser apresentada como solução única para todos os casos. Adicções, compulsões, transtornos mentais, sofrimento intenso e risco de recaída exigem cuidado responsável, avaliação adequada e atuação em rede.
A TREC não substitui acompanhamento médico, psicológico ou psiquiátrico quando esses cuidados são necessários. Também não deve ser usada para simplificar quadros complexos, desconsiderar fatores biológicos, sociais, familiares, espirituais ou traumáticos.
Além disso, terapeutas, conselheiros, monitores e facilitadores precisam respeitar seus limites de formação e atuação. O uso de ferramentas da TREC deve ocorrer com responsabilidade, estudo contínuo, ética e encaminhamento adequado quando houver necessidade.
Conclusão
A TREC oferece uma contribuição importante para a compreensão do sofrimento emocional e dos comportamentos disfuncionais. Ela mostra que os acontecimentos influenciam a vida humana, mas as crenças que a pessoa sustenta sobre esses acontecimentos exercem papel decisivo em suas emoções e atitudes.
Por meio do modelo ABC, do debate racional e da construção de crenças mais funcionais, a Terapia Racional Emotiva Comportamental ajuda o indivíduo a desenvolver maior tolerância à frustração, responsabilidade sem autocondenação, aceitação sem permissividade e escolhas mais conscientes.
No campo das adicções e compulsões, essa abordagem pode auxiliar na identificação de crenças de risco, no manejo da fissura, na prevenção de recaídas e na reconstrução de uma postura emocional mais madura.
A TREC não promete cura mágica, não elimina a complexidade da vida e não substitui cuidados especializados. Porém, quando estudada e aplicada com responsabilidade, pode se tornar uma ferramenta poderosa para compreender pensamentos, emoções e comportamentos com mais clareza e direção.
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Sobre o autor
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Seu trabalho está voltado ao desenvolvimento de terapeutas, conselheiros, monitores, facilitadores de grupos e profissionais interessados em uma atuação terapêutica mais ética, humana, técnica e responsável.
Referências bibliográficas
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https://www.apa.org/pubs/books/4317516
ALBERT ELLIS INSTITUTE. REBT in the Context of Modern Psychological Research. Disponível em:
https://albertellis.org/rebt-in-the-context-of-modern-psychological-research/
ELLIS, Albert. The Revised ABC’s of Rational-Emotive Therapy (RET). Journal of Rational-Emotive & Cognitive-Behavior Therapy. Disponível em:
https://link.springer.com/article/10.1007/BF01061227
NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. Can Rational Emotive Behaviour Therapy (REBT) and Mindfulness be Integrated Effectively? Disponível em:
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9396568/
AMERICAN ADDICTION CENTERS. Rational Emotive Behavior Therapy (REBT) for Addiction Treatment. Disponível em:
https://americanaddictioncenters.org/therapy-treatment/rational-emotive-behavior-therapy
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